PRINCIPAIS ACCIONISTAS DA PT
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Número médio de horas de trabalho anual por trabalhador (2008) – OCDE
O PS parece ter descoberto, no 25 de Abril e no 1º de Maio, a razão do nosso pobre desempenho económico, e não vale a pena procurar destinos “cá dentro”, porque o mais provável é não haver sequer subsídio de férias.
Subitamente, as conquistas de Abril e de Maio são contrárias à produtividade, à competitividade e ao crescimento. Por isso, cortam-se salários e prestações sociais, aumentam-se impostos e facilitam-se despedimentos. A estratégia é diminuir os custos do trabalho de forma a aumentar a competitividade nas exportações e a garantir que a consolidação orçamental se faz apenas pelo lado dos salários, sem tocar nos mercados financeiros, nos lucros das empresas ou nas grandes fortunas.
Contudo, ser competitivo não significa necessariamente ser produtivo e muito menos é sinónimo de desenvolvimento económico e de qualidade de vida.
O resto do artigo está no site do esquerda.net e pode ser lido aqui

Ontem à tarde, alguém me chamou a atenção para o enunciado do exame de matemática do nono ano. O exame fala de um arraial, de uma série de pessoas que nele trabalharão e da respectiva remuneração.
Diz ainda o enunciado que “a Laura [que] também vai trabalhar no arraial” irá receber €1,5 por cada hora de trabalho. Façamos as contas: se a Laura trabalhar oito horas por dia receberá €12. Significa que, se o Arraial durasse um mês (aplicando a medida padrão de 22 dias de trabalho), a Laura receberia €264 por mês. Como, provavelmente, a Laura trabalhará a recibos verdes (e aplicando uma taxa de 24,5%), no final do mês da Laura ficará com €199,05.
Significa que a Laura precisaria de trabalhar cerca de três anos (sem um único dia de férias!) para conseguir receber o que um trabalhador com o salário mínimo recebe durante um ano. Felizmente, a Laura receberá “€3 para o bilhete de autocarro, de ida e volta”.


T.H. Marshall descreveu o Estado-providência como ‘o ponto mais alto de um longo processo de evolução de direitos de cidadania’. Marshall e outros teóricos do Pós Guerra [e igualmente milhões de cidadãs e cidadãos] ‘esperavam que os sistemas de protecção social se expandissem de forma progressiva e fossem capazes de aperfeiçoar indefinidamente, até garantirem a todos os direitos sociais’ (Giddens 1998, p.20). Na frustração desta expectativa podemos ver o fracasso do reformismo social-democrata.
Todos nós sabemos que a política de milagres é bastante lucrativa. Pelo que parece na segunda circular aposta-se no mesmo:
Durante o ano de 2006 foram aprovadas na Suíça, via plebiscito, fortes restrições à imigração e ao direito de asilo e em 2009 proibiu-se, igualmente por plebiscito, a construção de minaretes. Ao que se pode somar uma política ultra restritiva para a obtenção de nacionalidade helvética.
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