
Uma semana após o massacre do Mavi Marmara, e um dia após o assassinato de 4 pescadores Palestinianos na costa de Gaza, Israel reforça a sua posição internacional. Com mais armamento, obviamente e simultanemente nega qualquer inquérito internacional sobre o massacre em águas internacionais.
Este pedido foi feito pelo Ministro da Defesa Israelita, Ehud Barak junto do Governo Americano. Com este gesto, o Estado Israelita prevê aprofundar a instabilidade no Médio Oriente, porque só compra armas quem as tenciona usar. Segundo o jornal diário Israelita Haaretz esta prioridade reflecte a “provável guerra prolongada” que estará no horizonte. Dentro desta lógica belicista, Israel pretende aumentar os depósitos de equipamento em 50%, de $800 milhões para $1.2 biliões.
Mais instabilidade no Médio Oriente se avizinha, Israel sendo o principal destabilizador. Sem justiça, não há paz.