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13 de março de 2012

BRUNO CORREIA é o novo candidato presidencial, vai apresentar a sua candidatura na Fnac do Vasco da Gama... ahhh, espera, é só mais um músico, ainda não é desta! Só nos saem monárquicos e artistas...





Diz que o Mui Nobre professor doutor Marcelo Rebelo de Sousa vai dirigir vitaliciamente a Mui Nobre Fundação Casa Bragança, o que impossibilitará a sua candidatura presidencial. Onde estão os não menos Mui Nobreargonautas políticos do 5 dias que anunciaram o lançamento da sua candidatura no Café Fnac do Chiago? ...

26 de janeiro de 2011

E agora?

Uma plataforma de governo saída destas presidenciais juntaria a tese e a sua antítese, provocando uma síntese pulverizadora para a esquerda. Recuando a luta social e a mobilização anti-liberal em mais de uma década. Todas as pontes, esperanças e alternativas, que se têm cimentado ao longo destes anos, cairiam como um baralho de cartas.

O resto pode ser lido aqui.

23 de janeiro de 2011

... de cabeça e punho erguido!

Che Guevara dizia “retroceder sim, desistir nunca”. A Esquerda não desvia olhar quando as coisas correm mal. Somos positivos… já conquistámos na história tantos direitos, liberdades e garantias, que só temos razões para acreditar que ainda temos muito para conquistar. Muito mesmo.


Cavaco Silva foi eleito por apenas 25 % das pessoas que em Portugal podem votar. 25% aproximadamente porque foi eleito com metade dos votos nos 47 % de Portugueses que votaram. Logo por cada 100 pessoas que podiam votar, apenas cerca de 25 votaram Cavaco Silva.

Continuamos a olhar para a realidade com a mesma visão, com a mesma perspectiva de análise: continuamos a perguntar como levamos para a rua e para a luta democrática essa maioria social que não foi às urnas, como levamos para a rua essa maioria absolutíssima que não votou Cavaco Silva, como cativamos e falamos com pessoas, como lutamos com elas.

Como transformamos o Mundo?

Uma certeza temos: não fugimos do combate, sabemos sempre por que lutar!


19 de janeiro de 2011

Faz-se o que se pode, quando não se quer fazer por mais

Quando o argumentário chega a este ponto e se estende por este caminho , é necessário levar-se uma lanterna para o debate para se-o poder acompanhar, tal é a baixeza da latitude retórica.

Não procuro colocar ninguém neste blogue, num pedestal ou numa torre de marfim, no que toca à sua forma de discussão e como se entende por estas bandas expor ideias.

Grande parte do que ainda se pode ter a dizer sobre este debate, versará sempre em torno do que muitos disseram na caixa de comentários do primeiro post supracitado, pelo que me ficarei por algumas questões.

"E o Bloco de Esquerda que papel cumpre no actual panorama político? Conseguirá dormir sabendo que apoia o mesmo candidato que uma parte dos coveiros da classe trabalhadora? Dos que lançaram a polícia contra os que lutam?"(1)

Quem apoiou o PCP definitivamente em 1980 e em 1991?

Que Partido/Governo reprimiu estes trabalhadores ? E qual é o partido irmão português?

Se aplicarmos o quadro de referência de Bruno Carvalho, este será culpado pela repressão de cada trabalhador em cada país em que um partido "irmão" do PCP esteja no poder. Da África do Sul à China, sem nunca esquecer Angola e o Laos.

E já agora, também pode ser responsabilizado pelos funerais da classe trabalhadora portuguesa, porque o PCP e Francisco Lopes estiveram na primeira volta com Ramalho Eanes e com Jorge Sampaio. E o que dizer dos trabalhadores lisboetas e das coligações PS/PCP para a Câmara. Sem falar nessas imensas coligações pós-eleitorais com o PSD nas autarquias. E o que dizer da carga policial do dia 20 de Outubro de 2004 no Pólo II da Universidade de Coimbra? Curiosamente o Reitor Seabra Santos é militante do PCP, e já agora, o então Vice-Reitor Avelãs Nunes , foi mandatário da CDU nas Europeias de 2009.

E assim é o debate quando ele não salta fora do simplismo.

Mesmo assim, deixo aqui isto:

"o que se passou ontem foi abuso de poder por parte da polícia"

Manuel Alegre critica confrontos entre polícia e manifestantes junto à residência oficial do PM

O que Cavaco representa

Cavaco é um aldrabão. Um seguidor do Antigo Testamento. O Homem de mão da finança.

Cavaco é um tipo que os criminosos da finança querem como presidente, como o Dias Loureiro,e que beneficia de privilégios só possíveis pelo crime financeiro de gajos como o Oliveira e Costa.

Por Mário Tomé

18 de janeiro de 2011

Lucros de 140% para todos os portugueses


Eu voto num homem tão sério tão sério que quando compra uma casa, a sua palavra basta.
Um aperto de mão deste senhor vale mais que uma qualquer escritura, por isso porquê fazê-la?


11 de janeiro de 2011

e o voto branco é cúmplice!

Cinco razões estruturais para não votar em Cavaco Silva:




- Cavaco Silva é um político em estado vegetativo. Não responde a perguntas de ninguém, não debate, não fala, e sempre que se pronuncia é com o tom arrogante de quem pensa ter a razão toda do seu lado.

- Cavaco Silva é cúmplice da destruição do Estado Social, é o parceiro da austeridade, da precariedade e das injustiças sociais. Nunca se lhe ouviu uma preocupação sobre os cortes nas bolsas, sobre as consequências trágicas da política de austeridade, apenas silêncio, silêncio e aprovação.

- Cavaco Silva é autoritário. Além de ser claro o lado que ele escolheu no fascismo, teve uma postura vergonhosa, por várias vezes, com Saramago, com a viúva de Salgueiro Maio e com tantos outros que estiveram do lado oposto da barricada. Carregou, sem vacilar, sobre os manifestantes na ponte 25 de Abril e teve o desprendimento de colocar polícias contra polícias.

- Cavaco Silva é conservador. Opôs-se à igualdade entre homens e mulheres a que a lei da paridade quer chegar, foi e é cúmplice das mulheres que morriam e morrem em escadas, quando se opôs á legalização da IVG. Foi contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Vetou a lei que facilitava os transexuais mudarem os papeis. Não fala sobre violência doméstica ou qualquer forma de opressão e de dominação na sociedade.

- Cavaco Silva é um economista bacoco. Não conseguiu prever que íamos chegar ao colapso e à crise financeira, foi um grande obreiro das privatizações em Portugal, mesmo as dos bens estratégicos com a GALP, foi cúmplice do escândalo BPN, não esclarece nada, não responde à democracia.

Cavaco é responsável por este estado de coisas. Não é um cidadão ao serviço dos outros, como se auto afirma. É um responsável pela usurpação das vidas de tantos outros.

A escolha nestas eleições é simples: ou nos propomos a derrotá-lo com um candidato que garanta o Estado Social, a Democracia, os Direitos Sociais e os avanços da modernidade (seja qual ele for), ou somos cúmplices da vitória de Cavaco Silva.

Eu dia 24 não me quero lamentar: não abdico desta luta!

Cavaco, o bom aluno

Ao contrário do que diz Cavaco, Portugal tem sido um bom aluno. Condicionados por um pacto de estabilidade asfixiante e sem a rebeldia necessária para fazer frente aos mercados financeiros, parece que não nos resta outra coisa senão implementar as medidas de austeridade ditadas pela Comissão Europeia e pelo FMI, e esperar fazer boa figura perante os mercados financeiros.

A história está repleta destes exemplos de bom comportamento, países a quem foi prometido um lugar no quadro de honra das economias capitalistas "desenvolvidas" se soubessem implementar as receitas da cartilha: abrir as suas economias, liberalizar os mercados financeiros, privatizar bens e serviços públicos e manter as contas públicas debaixo de apertado controlo.

A Rússia é um bom exemplo. Entre 1991 e 1998, durante a fase de transição, foi alvo de uma "terapia de choque", orientada por peritos da economia ortodoxa que agora ocupam lugares cimeiros nas instituições económicas internacionais. Para além de terem contribuído para o desmantelamento das instituições democráticas do país, as medidas implementadas de liberalização dos mercados financeiros e contenção orçamental levaram a uma grave crise financeira e ao colapso da economia em 1998.

Não faltam outros exemplos de bom comportamento económico. A Argentina que, para agradar aos mercados e seguindo as regras dos mesmos "peritos", manteve uma paridade fixa com o dólar, abdicando da sua política monetária, e encetou um vigoroso plano de liberalização dos mercados, viveu uma das maiores crises económicas mundiais como resultado.

Também a Irlanda foi um aluno do quadro de honra, tendo seguido à risca as receitas dos especialistas: liberalizou os mercados e desenvolveu o sistema financeiro. Quando, por esse motivo, foi alvo de uma violenta crise, injectou milhões nos bancos e aplicou todas as medidas de austeridade receitadas. O resultado foi um agravar da crise, dos juros da dívida pública e do desemprego (14%).

Na mesma altura em que a economia Russa afundava, a Malásia reintroduzia o seu sistema de controlo cambial, contrariando as orientações dos peritos económicos. Apesar dos anúncios de catástrofe, o país escapou à grave crise que afectou a região.

Tal como na Malásia, o sucesso grandes economias asiáticas, como o Japão, Taiwan, a Coreia do Sul e mesmo a China, não se deve à sua capacidade para aplicar as receitas de abertura e liberalização dos mercados. Pelo contrário, está hoje provado que grande parte do seu desempenho se deve à intervenção do poder público e a medidas de carácter proteccionista.

À semelhança da Irlanda, também a Islândia entrou em crise devido à insolvência do seu sistema financeiro. Mas ao contrário do "tigre Celta", a Islândia não se comportou como um bom aluno. Desvalorizou a sua moeda e deixou os bancos privados falir, nacionalizando-os depois com o compromisso de garantia dos depósitos aos cidadãos nacionais. Por referendo, o país decidiu não reconhecer os compromissos dos bancos falidos com outras instituições no exterior. Os resultados já são visíveis: O PIB está a crescer e o desemprego mantém-se nos 7%.

A historia recente prova que a opção de renunciar às medidas da cartilha ortodoxa, desafiando os mercados financeiros e optando por soluções alternativas não acarreta custos tão elevados como nos querem fazer acreditar, pelo contrário.

Seria então de esperar uma maior resistência e oposição à implementação de medidas do género, nomeadamente em Portugal, onde também a ideia de austeridade como remédio inevitável para sair da crise ganhou fama.

A ideia de inevitabilidade do austeritarismo radica numa outra, a da naturalização da economia. A concepção da economia enquanto ciência natural que obedece a leis imutáveis - as leis do mercado - às quais nos temos que sujeitar, tem sido largamente defendida e difundida, tanto na academia como nos media, como forma de justificar a implementação de determinadas políticas económicas. Medidas como a liberalização dos mercados surgem assim, não enquanto uma opção política e ideológica, mas como uma necessidade “natural” da economia.

Desta forma, se a flexibilização dos mercados de trabalho e salários mais baixos são medidas necessárias para garantir eficiência da economia, e se isto é ditado por uma lei natural, não há nada que possamos fazer a não ser minimizar os seus efeitos na sociedade. O Estado serve então para garantir o funcionamento natural dos mercados e mitigar os efeitos nefastos que dele decorrem.

Ao exaltar o papel do “bom aluno”, Cavaco Silva está apenas a reforçar esta ideia de determinismo económico, a mesma que justificou as medidas implementadas na Rússia ou na Argentina. O poder democrático demite-se aqui de qualquer capacidade de transformação das estruturas económicas para funcionar como mero agente de caridade (sendo que mesmo essa, para Cavaco, deveria ser privada).

Como bom aluno, Cavaco Silva defende o austeritarismo porque não acredita num programa económico para o país e defende o Estado caridade, incapaz de impor objectivos democráticos acima dos interesses financeiros.


publicado no esquerda.net

O silêncio é o mantra de Aníbal

clica na imagem para ampliar

Não eu e o Adriano não estamos a concorrer para quem posta mais sobre o Aníbal, mas encontrei esta fotografia no perfil do supracitado e não podia deixar de a partilhar.
A T-shirt do jovem é merchandising de campanha?

Visto no FB

Tesourinhos Deprimentes

Enquanto os nossos jovens davam a vida em África, Aníbal de Boliqueime fazia "o jornal da família".
Priceless a cena aos 1:30 minutos quando Aníbal abana a anca ao som do tambor.




2 de janeiro de 2011

Aníbal e Stephen: os monstros das bolachas

Ao melhor estilo do Aníbal do bolo-rei, Stephen Duckett um alto responsável dos serviços de públicos de saúde na Austrália, responde às questões das jornalistas, primeiro oferecendo o seu biscoito, depois repete uma e outra vez :
"I´m eating my cookie!"
Do outro lado do Mundo Stephen Duckett foi despedido, em Portugal Aníbal recandidata-se a presidente da república.

Vejam as semelhanças:




30 de dezembro de 2010

José Manuel Coelho

Para não sermos acusados de falta de pluralismo, José Manuel Coelho tem aqui o seu tempo de antena.
Por um lado dizem que é o tiririca português, por outro dizem que o Renato Teixeira finalmente tem um candidato que representa a sua ideologia e o seu estilo.

O tempo de antena que se segue é da exclusiva responsabilidade dos seus intervenientes.

11 de dezembro de 2010

Aníbal "O sem vergonha"



Alguns de nós sofrem de carência alimentar porque alguns de vós andam a comer o que é nosso, um deles é o teu amigo Joaquim Ferreira do Amaral, que na altura em que foi para ministro era bem mais magro.

Tenho vergonha que os meus concidadãos há anos votem e continuem a votar no Aníbal de Boliqueime.
Foi 1º Ministro anos a fio e desbaratou os fundos comunitários pelos seus companheiros.
Conspurcou as instituições portuguesas com nomes como Dias Loureiro e deu início ao buraco que agora se tornou a economia do País.
Destruiu a indústria, as pescas, a agricultura, fez de nós um país de humildes mordomos que vivem de alugar quartos no Verão a turistas que nos olham com um paternalismo quase ternurento e nos deixam boas gorjetas por perceberem o quão pobres e atrasados somos em relação ao resto do Ocidente do qual supostamente fazemos parte..
Tenho vergonha porque ele foi eleito Presidente de TODOS os portugueses após anos a governar em prol de um GRUPO de portugueses.
Já não falo do episódio em que foi enxovalhado (na Polónia salvo erro), aliás fomos enxovalhados porque o Aníbal representa-nos a TODOS.

Tenho vergonha Aníbal porque falas de cor de um país que não conheces.
Um país onde as pessoas que votam em ti muitas vezes o fazem porque isso significa uma casa, um emprego ou 20€.
Um país onde a cultura é o La Féria e a educação são as Novas Oportunidades.
Tenho vergonha Aníbal porque encheste a Assembleia da República de Antónios Pretos dos quais tens nojo e queres distância na tua superioridade moral, mas os quais te elegiam e elegem campanha atrás de campanha.
Tenho vergonha porque ajudaste a criar uma rede clientelar à volta das autarquias, rede cujo teu autarca modelo como lhe chamaste era Isaltino Morais, talvez porque sabias que ele era o modelo a seguir.
Ainda mais envergonhado fico quando a ANMP continua a ser a quinta do Fernando Ruas, outro que devia ter vergonha na cara.
Não a culpa de todos os males da Nação não é só tua mas a tua impressão digital está por todo o lado.

Resumindo, eu tenho vergonha Aníbal o problema não é esse, o problema é que tu não tens vergonha nenhuma.

1 de novembro de 2010

Um presidente (falido) como nós



Fernando Nobre sempre falou do seu pedestal com uma superioridade moral que fazia dele o mais sério desde a mulher de César.
Falou contra os políticos, contra os partidos...a sua virgindade política e a sua mundividência eram armas de democratização maciça necessárias a este País.
Agora esbarrou num problema fundamental da democracia: o financiamento.
Nobre que pensava que Soares iria andar a angariar fundos e apoios para a sua candidatura como se fosse um voluntário da AMI.
A analogia do triste fado deste candidato a Presidente da República com o povo português é imediata:
Os portugueses acreditaram em Soares e nos seus boys (que hoje já são uns homenzinhos) e o país arrisca-se a ser despejado da Europa tal como Nobre arrisca uma acção de despejo.
Afinal, tem tanto de nobre como de plebeu.

Como diria Fernando Pessa:
" E esta, hein? "








25 de setembro de 2010

Malmequer, Bem-Me-Quer


A tese: 'Governo suspende negociações e promete demissão se PSD chumbar o Orçamento'
(in manchete do Público, 24set2010)

A antítese: 'PSD não negoceia... mas vai deixar passar o Orçamento'
(in manchete do Expresso, 25set2010)

A síntese: 'Cavaco "força" diálogo PS-PSD para Orçamento, Sócrates mantém tensão'
(in manchete do Público, 25set2010)


Ou nada-disso: Aquelas 3 manchetes, uma de ontem e duas de hoje, resumem o discurso da pseudo-crise-política PS-PSD:

O Bloco Central já tem um orçamento, há muito tempo, em linhas gerais chama-se: PEC. Porém encenam esta briga de novela: "diz que me amas!", "diz tu", "tu já não me amas :(", "amo-te muito", "não amas nada...", "amo sim", "amas, amor?!", "amo sim", "não, tu já não me amas..."

O PS vai agarrar-se ao poder até não poder mais e o PSD só vai querer derrubar o governo, quando as sondagens lhe derem indicadores fortes de vitória a solo ou com a muleta CDS.

O "aqui d'El-Rey" desta pseudo-crise política PS-PSD é respondido prontamente por Cavaco. O Centrão finge estar em cisão e o Cavacão arma-se em conciliador daquilo que já estava concilidado: uma união de facto, há muito, consumada por PEC's, actos e omissões.

Dinamizar um movimento para vencer Cavaco é abrir as brechas necessárias para quebrar o betão armado do arco da governação falhada.

Há dias de manhã em que um homem à tarde não pode sair à noite nem voltar de madrugada