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26 de março de 2012

Continua a publicidade criminosa

Conforme se pode ler hoje no Big Browser, também na Turquia houve quem tivesse uma ideia que só podemos ouvir depois de um copo de licor de merda. Desta vez, o protagonista publicitário não é o ditador de Santa Comba Dão mas o Führer da Alemanha nazi.
Mais um golpe publicitário insultuoso e criminoso, tanto mais que na publicidade a imagem de Hitler é usada para promover um dito "shampoo 100% masculino" colocando na boca deste ditador racista e homofóbico as simpáticas palavras "Se você não usa um vestido de mulher, você não deveria usar o seu shampoo."

Várias organizações anti-racistas e a comunidade judaica da Turquia já protestaram, enquanto o publicitário tem a lata de dizer que o importante é que se fale do produto. No meu entender, não há profissões que possam ser desprovidas de ética, há sempre limites.
Mesmo quando as intenções são boas há que medir as consequências do uso da imagem de criminosos como Hitler e Salazar na publicidade. Um caso lamentável, embora possa ter um bom objectivo, proteger a saúde das pessoas e o combate à SIDA, é este vídeo que se segue, onde se supõe que o objetivo é comparar o vírus a Hitler, mas a imagem fica associada aos portadores. Como diz ironicamente um dos comentários no youtube: "donc tant que je couche pas avec hitler, je risque rien ? chouette !".



Voltando ao senhor de Santa Comba, ler o artigo do Ricardo Araújo Pereira na Visão desta semana, está delicioso.

18 de março de 2012

"o prestígio da ditadura"???

A propósito das declarações de Otelo e do Vinho "Memórias de Salazar" (sobre o vinho ver comentário anterior), João Pereira Coutinho fez um comentário no Correio da Manhã no qual os atributos conferidos à ditadura e ao 25 de Abril ... parecem ser "sintomas" de qualquer coisa.

Antes de irmos a esses atributos, podemos sublinhar que o ponto a João Pereira Coutinho quer chegar é este: "Mas com um país em crise profunda, pergunto honestamente se a ressurreição destes dois anacronismos não será o sintoma de uma doença de regime bem maior".

Vejamos então os "atributos":

"...mas uma parte do país continua no dia 24 de Abril de 1974, explorando o prestígio da ditadura – ou, pelo contrário, defendendo métodos criminosos de subversão política que só em ditadura se compreendem"

Isto é fantástico! Diz João Pereira Coutinho que há por aí uns aproveitadores a servir-se do "prestígio da ditadura" e outros que defendem os "métodos criminosos" do tal 25 de Abril.

Enfim, lá diz que "em ditadura se compreendem" os tais "métodos criminosos". Podem ler o texto todo para contextualizar devidamente... Isto não é para acusar ninguém do que não disse, mas o que é de perguntar honestamente é se chamar anacrónico à luta pela democracia não será sintoma de qualquer coisa que: ou é ilusão pura de um desmentido "fim da história", ou [TEXTO SUPRIMIDO PELA PRESTIGIADA DIRECÇÃO DOS SERVIÇOS DE CENSURA]

14 de março de 2012

Vai um copo?



Acham de mau gosto o nome deste licor? Já a mim o nome "Vinho Memórias de Salazar" é que me parece insultuoso. Este é só uma piada inocente. O outro é nome que suja o vinho a que dá nome. (ver a notícia sobre o vinho Memórias de Salazar)

28 de junho de 2011

Radio e Televisão Privada


Será que a RTP privatizada vai ter um estatuto editorial como o do Expresso e defender que "há notícias que mereciam ser publicadas em lugar de destaque, mas que não devem ser referidas"? Dizem eles que é "a bem da Nação".