Vale a pena não só pelo Zizek mas pela visão de Tariq Ramadan, professor de estudos islâmicos e neto de um dos fundadores da Irmandade Muçulmana que afasta o papão de uma cópia do que se passou no Irão. A ver para se poder discutir de uma maneira informada.
Aqui fica o excelente artigo que Zizek escreveu para o Guardian com o título "Why fear the Arab revolutionary spirit?"
O termo não é meu, foi-me introduzido por um proeminente político da direita portuguesa, mas sem dúvida que é um conceito que cada vez mais é operacionalizado pela prática política, jornalistica, económica e financeira em Portugal. Respondendo à bitaitocarcia e aos tudólogos, sempre com uma baboseira na ponta da língua quando há um assunto mais mediático, nada melhor que um vídeo que explica bem que está por trás da rEVOLUÇÃO no Egipto. Não é a Irmandade Muçulmana, não é o Clube de Bilderberg, não é sequer o Tio Patinhas, é esta mulher e os milhões que como ela não conseguiram ficar de braços cruzados perante um regime tão cruel que as pessoas tinham menos medo de morrer do que viver sôb o seu jugo. Aqui está a rEVOLUÇÃO do Egipto resumida ao que importa: a verdade.