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14 de julho de 2011
8 de junho de 2011
3 de junho de 2011
#betandtroika

Porque as sondagens são cada vez mais uma brincadeira venham ver se fazem melhor que o Oliveira e Costa.
Libertem os astrólogos políticos que há em vocês... se têm twitter não deixem de passar por aqui
29 de maio de 2011
28 de maio de 2011
24 de maio de 2011
19 de maio de 2011
O Balsemão deve-me dinheiro

O Expresso decidiu criar uma "sandbox" na sua homepage que tem o honorífico título de "O melhor do twitter portugal 2011".
Subscrevo o post da Fernanda Câncio e considero esta "esperteza saloia" para lá do aceitável.
Actualização:
O twitter itself está determinado a acabar com estes usos abusivos das empresas:
Uma das medidas a implementar prevê que as empresas que tenham aplicações para aceder directamente aos tweets do utilizador terão que pedir permissão para tal, mesmo que já o tenham feito anteriormente e quem não necessite já desse acesso irá ver o mesmo cortado.
A outra área em que a privacidade foi aumentada, tem a ver com a introdução de um mecanismo que permite aos utilizadores saber, de forma concreta, quais os dados que estão a ser disponibilizados para determinada aplicação.
via @domingosmiguel
16 de maio de 2011
BlogConf com Passos Coelho
Estive no domingo em Sintra numa blogconf com Pedro Passos Coelho que resumo na seguinte frase:
Não concordo com as medidas que apresenta, tal como não concordo que esteja preparado para ser primeiro ministro, algo que ficou vincado quando não conseguiu abrir um pdf no seu Ipad.
Não concordo com as medidas que apresenta, tal como não concordo que esteja preparado para ser primeiro ministro, algo que ficou vincado quando não conseguiu abrir um pdf no seu Ipad.
11 de maio de 2011
10 de maio de 2011
7 de maio de 2011
ElBaradei e Roubini
As entrevistas a ElBaradei e Roubini estão aqui.
Só falta agradecer à organização, em especial à Alda Telles.
Amanhã temos convenção do Bloco de Esquerda.
Só falta agradecer à organização, em especial à Alda Telles.
Amanhã temos convenção do Bloco de Esquerda.
6 de maio de 2011
Conferências do Estoril dia 3
A cobertura das Conferências do Estoril não é um exclusivo de jornalistas. Já nada o será hoje em dia. Na sala onde decorrem as sessões, enquanto Larry King concentrava todas as atenções nos seus suspensórios e na gravata excêntrica, Jorge Carvalho e Francisco Silva, na última fila do auditório, martelavam deliciados nas teclas dos portáteis. A credencial ao pescoço engana, mas uma breve apresentação dissolve dúvidas. «Jornalistas?», pergunta-se. «Bloggers!», respondem.
Os «repórteres» que disparam no Twitter desenfreadamente são afinal dois dos bloggers credenciados pela organização.
Um abraço ao jornalista/companheiro de luta @hugobeleza
Os «repórteres» que disparam no Twitter desenfreadamente são afinal dois dos bloggers credenciados pela organização.
Um abraço ao jornalista/companheiro de luta @hugobeleza
Conferências do Estoril dia 2
Ontem o meu dia nas conferências começou com Larry King e Mário Crespo.
Ao seu melhor estilo, Mário passou o tempo a dizer ao Larry o quanto o venerava e a dada altura diz qualquer coisa do estilo: "é uma sorte ainda não ter sido preso, ser jornalista em Portugal não é fácil."
Confesso que pensei por momentos que ia oferecer uma T-shirt ao Larry como aquela que levou para o Parlamento.
The King, como lhe chama Clara de Sousa, esteve bem humorado proporcionando uma bela conversa que não teve muito a ver com o tema anunciado: "O Futuro da Democracia face aos Desafio Globais".
Segui-se o Rodrigo Moita de Deus na sua qualidade de CEO da Nextpower a apresentar a sua já famosa comunicação sobre social media, baseada no livro de Vladimir Lenine: "o que fazer".
Confesso que em alguns momentos pensei em atirar-lhe um sapato pelo sacrilégio de ouvir um direitolas deste calibre a citar o Vlad mas lá me contive.
Foi interessante a exposição, apesar de não perceber muito de política, de social media até dá uns toques.
Ainda com o tema das revoluções, segui para a conferência de imprensa com ElBaradei onde tive oportunidade de lhe fazer umas perguntas que postarei aqui assim que tiver um tempinho para isso.
Posso para já afirmar que me deixou boas indicações para a resolução do conflito israelo-palestiniano, bem como para o futuro das mulheres em termos de participação política no Egipto.
Assim perdi a maior parte do painel "depois da crise", só apanhei a parte final com o David Held e Pauline van der Meer Mohr que fizeram ambos uma comunicação cheia de qualidade e de espiríto crítico.
Held já conhecia, a Pauline foi uma bela surpresa.
Francis Fukuyama foi a estrela que todos queriam ver e só não me desiludiu porque não tinha grandes ilusões.
Veio basicamente fazer a apresentação pública do seu novo livro "The Originis of Politicall Order" e pouco mais.
Hoje mais uma vez tivemos o prazer de ouvir Alex Bennet e de momento escuto Villepin, a falar sobre a construção(?) europeia.
Podem seguir as conferências aqui.
Ao seu melhor estilo, Mário passou o tempo a dizer ao Larry o quanto o venerava e a dada altura diz qualquer coisa do estilo: "é uma sorte ainda não ter sido preso, ser jornalista em Portugal não é fácil."
Confesso que pensei por momentos que ia oferecer uma T-shirt ao Larry como aquela que levou para o Parlamento.
The King, como lhe chama Clara de Sousa, esteve bem humorado proporcionando uma bela conversa que não teve muito a ver com o tema anunciado: "O Futuro da Democracia face aos Desafio Globais".
Segui-se o Rodrigo Moita de Deus na sua qualidade de CEO da Nextpower a apresentar a sua já famosa comunicação sobre social media, baseada no livro de Vladimir Lenine: "o que fazer".
Confesso que em alguns momentos pensei em atirar-lhe um sapato pelo sacrilégio de ouvir um direitolas deste calibre a citar o Vlad mas lá me contive.
Foi interessante a exposição, apesar de não perceber muito de política, de social media até dá uns toques.
Ainda com o tema das revoluções, segui para a conferência de imprensa com ElBaradei onde tive oportunidade de lhe fazer umas perguntas que postarei aqui assim que tiver um tempinho para isso.
Posso para já afirmar que me deixou boas indicações para a resolução do conflito israelo-palestiniano, bem como para o futuro das mulheres em termos de participação política no Egipto.
Assim perdi a maior parte do painel "depois da crise", só apanhei a parte final com o David Held e Pauline van der Meer Mohr que fizeram ambos uma comunicação cheia de qualidade e de espiríto crítico.
Held já conhecia, a Pauline foi uma bela surpresa.
Francis Fukuyama foi a estrela que todos queriam ver e só não me desiludiu porque não tinha grandes ilusões.
Veio basicamente fazer a apresentação pública do seu novo livro "The Originis of Politicall Order" e pouco mais.
Hoje mais uma vez tivemos o prazer de ouvir Alex Bennet e de momento escuto Villepin, a falar sobre a construção(?) europeia.
Podem seguir as conferências aqui.
5 de maio de 2011
Conferências do Estoril: dia 1
Resumo do dia de ontem:
O primeiro orador que ouvi foi o Steffen Greissner que apresentou uma palestra sobre Liderança e ética no séc.XXI.
O interessante foi ver uma palteia de pessoas com um ar "mas que raio tem a ética a ver com liderança?"
Segui-se Alex Bennet, a senhora que cantou ópera durante a sua apresentação para acordar os convidados (sim, o café é fraco) protagonizando o primeiro momento Passos Coelho do dia.
A Alex falou sobre como podem as organizações lidar com a complexidade.
Depois houve um interlúdio muito engraçado, quando Joana Correia da Silva (com um Inglês perfeito diga-se) apresentou exemplos da aplicação da agenda XXI no Concelho de Cascais, fazendo uma ode a Carlos Carreiras que perdeu exactamente por isso: era sobre o Carlos Carreiras!
O segundo momento Passos Coelho do dia foi quando este apareceu para dar uma conferência de imprensa quando as pessoas estavam a sair, como se tivesse estado nas conferências... não esteve, apareceu só para o almoço.
Segui para o almoço com o Jorge do Manual de Maus Costumes no restaurante "The Bay" em Cascais, para um dos melhores hamburguers do País obra do Chef Gonçalo Barbosa grande mestre de culinária.
Depois do almoço a única coisa verdadeiramente interessante foi a palestra do Roubini, ao qual pude questionar sobre se o Ocidente não benificiaria se tomasse medidas no sentido de melhorar os direitos laborais na Àsia, o que aumentaria o custo de mão de obra e reduziria a competitividade em relação à Europa por exemplo.
Roubini considera que o desenvolvimento que a Ásia está a ter acabará por naturalmente culminar num aumento de direitos, ele acha que é impossível numa economia globalizada conseguir impôr medidas isolacionistas em relação a um país como a China para forçar essa evolução de direitos laborais.
No meio disto tudo ainda tive tempo para pedir dois autógrafos: o do Nomen e do Vile da LGN Krew que fizeram um mural dedicado às conferências, dois dos melhores writers portugueses.
Hoje, a luta continua com Fukuyama, David Held e companhia.
O primeiro orador que ouvi foi o Steffen Greissner que apresentou uma palestra sobre Liderança e ética no séc.XXI.
O interessante foi ver uma palteia de pessoas com um ar "mas que raio tem a ética a ver com liderança?"
Segui-se Alex Bennet, a senhora que cantou ópera durante a sua apresentação para acordar os convidados (sim, o café é fraco) protagonizando o primeiro momento Passos Coelho do dia.
A Alex falou sobre como podem as organizações lidar com a complexidade.
Depois houve um interlúdio muito engraçado, quando Joana Correia da Silva (com um Inglês perfeito diga-se) apresentou exemplos da aplicação da agenda XXI no Concelho de Cascais, fazendo uma ode a Carlos Carreiras que perdeu exactamente por isso: era sobre o Carlos Carreiras!
O segundo momento Passos Coelho do dia foi quando este apareceu para dar uma conferência de imprensa quando as pessoas estavam a sair, como se tivesse estado nas conferências... não esteve, apareceu só para o almoço.
Segui para o almoço com o Jorge do Manual de Maus Costumes no restaurante "The Bay" em Cascais, para um dos melhores hamburguers do País obra do Chef Gonçalo Barbosa grande mestre de culinária.
Depois do almoço a única coisa verdadeiramente interessante foi a palestra do Roubini, ao qual pude questionar sobre se o Ocidente não benificiaria se tomasse medidas no sentido de melhorar os direitos laborais na Àsia, o que aumentaria o custo de mão de obra e reduziria a competitividade em relação à Europa por exemplo.
Roubini considera que o desenvolvimento que a Ásia está a ter acabará por naturalmente culminar num aumento de direitos, ele acha que é impossível numa economia globalizada conseguir impôr medidas isolacionistas em relação a um país como a China para forçar essa evolução de direitos laborais.
No meio disto tudo ainda tive tempo para pedir dois autógrafos: o do Nomen e do Vile da LGN Krew que fizeram um mural dedicado às conferências, dois dos melhores writers portugueses.
Hoje, a luta continua com Fukuyama, David Held e companhia.
4 de maio de 2011
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