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25 de março de 2012

aceitamos apostas: fascismo ou atraso mental?



eu não costumo ser ingénua nestas coisas nem costumo achar que a direita faz asneira com a melhor das intenções. no entanto, este cartaz é tão mau, tão execrável, tão repugnante, tão nojento, tão asqueroso, tão baixo, tão torpe, tão vil, tão abominável (agradeço mais sinónimos, que não me lembro de mais nenhum), que me custou a acreditar que não fosse montagem. para mal não só dos meus pecados mas também d@s inocentes deste país, temos estes macacos selvagens à espera de se apoderarem do trono da selva. é a perversão da política no seu estado mais puro, uma distorção tal do papel do povo e dxs governantes que quem perde com isso é a falta de vergonha, que perde assim direito à vida.

guerra de gerações declarada, guerra ideológica declarada. lutar contra é preciso, é verdade. lutar contra estxs bárbaros insensíveis ignorantes umbiguistas. lutar contra elxs, mas só porque só nós temos algo válido por que lutar.

nota: a imagem é capa de uma moção apresentada pela comissão política da jsd (23, 24 e 24 de maio).

JSD no seu melhor

A guerra de gerações declarada por Duarte Marques já tem uma estética própria. Embora a imagem tenha saído do facebook da JSD continua a figurar na capa da moção ao congresso. E para que fique memória:

Racismo social e guerra de gerações é o caldo ideológico destes estranhos "jovens sociais-democratas".

20 de janeiro de 2012

Carta Aberta ao Deputado Duarte Marques

No seguimento da intervenção que o senhor proferiu no dia 20 de Dezembro de 2011, nós, cidadãos e cidadãs deste país, de diversas proveniências e idades, vimos por este meio solicitar-lhe que adopte a despudorada recomendação feita por diversos membros, partidários e apoiantes do seu governo e emigre.
Já nos bastam as dificuldades que as políticas governamentais nos colocam no dia-a-dia, o desemprego que enfrentamos, a vida precária que levamos, a dificuldade que temos em suportar os custos do ensino a todos os níveis.
Já nos basta a dor que sentimos sempre que vemos um dos nossos a partir para o estrangeiro porque o país, por vossa vontade, não o acolhe, não lhe dá emprego, não lhe dá oportunidades para prosseguir os estudos, quando transforma o ensino público em escola de elites e o mercado laboral em comércio de escravos.
Já nos basta ver o esforço incomensurável que os nossos pais, os nossos avós, os nossos tios, os nossos vizinhos, os nossos amigos, fazem para pagar as prestações das casas, para pagar a luz, o gás, a água, a alimentação, para manter os postos de trabalho, para manter osseus filhos a estudar, para sobreviver com o salário ou a pensão miserável que recebem.
Já nos basta viver numa precariedade impiedosa, ver os nossos projectos traídos e ter de adiar o futuro.
Por todas as razões enunciadas, por termos um “choque de realidade” (como disse o senhor) todos os dias, quando nos levantamos para trabalhar, quando procuramos emprego, quando lutamos quotidianamente para que as nossas vidas precárias não nos desanimem, quando vemos o desânimo na cara dos nossos pais, dos nossos avós, dos nossos vizinhos, dos nossos amigos, pedimos-lhe que emigre, porque não precisamos de que ninguém na casa da nossa democracia nos humilhe, desonre o esforço de todos os nossos antepassados e parentes e nos tente virar contra as gerações às quais tanto devemos, às gerações que enfrentaram a ditadura e a pobreza e construíram a democracia e os serviços públicos. Às gerações às quais também o senhor muito deve.

Reforçamos, com toda a nossa honestidade: emigre, demonstre o seu mérito no mercado laboral estrangeiro. Será poupado das atrocidades que as alterações laborais nos provocarão, que o senhor diz serem tão benéficas para nós.

Votos de uma boa viagem.

Sem mais,

Os melhores cumprimentos,

Todas as pessoas que querem ter oportunidades neste país sem terem de ouvir os seus familiares a serem humilhados.

Ana Bárbara Pedrosa, Escritora

Ana Beatriz Rodrigues, Jornalista

Catarina Rodrigues Doutoranda (emigrante)

Cláudio Gaspar, Biólogo

Fabian Figueiredo, Sociólogo

Hugo Ferreira, Jurista

Inês Santos, Estudante

João Manso, Químico

Joaquim Rodrigues Administrativo

Laura Diogo, Estudante

Luís Miguel, Estudante

Mª Hermínia Dias Professora aposentada,

Maria Helena Dias Loureiro, Professora

Miguel Pacheco, Técnico de Digitalização

Paula Santos, Estudante

Raquel Misarela Conservadora Restauradora

Rita Andrade, Estudante

Rita Morgada Lemos, Psicóloga

Sandra Camilo, Estudante

4 de agosto de 2011

assembleia da república, o recreio d@s jotinhas




parece que uma deputada do psd decidiu brincar às casinhas com o 112. se umas vozes poderão vociferar com esta atitude canalha, outras poderão enternecer-se com o carácter adorável que a infantilidade pode ter. ninguém poderá, contudo, surpreender-se por aí além, já que nós já sabemos o que a casa gasta e já sabemos em que é que se tornam os pupilos da jsd.

com toda a legitimidade do mundo, são pedidas explicações sobre a chamada falsa do PSD. contudo, até as acho escusadas. a criança brincou, os profissionais ficaram chateados. fim da história. ter-me-ia sido muito mais penoso se a joaninha tivesse decidido pôr o são bento a arder só para testar a rapidez e a eficiência dos bombeiros voluntários de vizela.

14 de setembro de 2010

Graças a Deus existe a JS e a JSD

"Os elementos que se manifestaram apenas se representavam a si próprios e provavelmente a aparelhos partidários radicais que, de forma irresponsável, fomentam este tipo de conduta"


O estado em que o Ensino Superior está, não só, mas também tem muito que ver com a responsável política de gabinete, patrocinada pelas diversas federações e associações de associações de estudantes. Que na sua globalidade são dominadas pela JS ou pela JSD, ou em matrimónio em sede de Bloco Central.


" Não há cerimónias porque nos últimos dez anos, um terço dos estudantes mais pobres abandonou o Ensino Superior, sendo que esta realidade aumenta a cada ano que passa.
- Não há cerimónias porque nos últimos 15 anos, as propinas aumentaram 400% em Portugal.
- Não há cerimónias enquanto este for o terceiro país da Europa com a propina mais elevada.
- Não há cerimónias enquanto tivermos um problema de democracia no Ensino Superior.
- Não há cerimónias enquanto a redução e a falta de verbas destinadas à Acção Social continuarem a empurrar estudantes para fazer empréstimos.
- Não há cerimónias porque 11 mil estudantes devem 130 milhões de euros à banca, quando ainda não trabalham, e não têm nenhuma garantia em relação ao seu trabalho futuro.
- Não há cerimónias enquanto a maioria dos 70 mil bolseiros em Portugal receber de bolsa mínima apenas 100 euros por mês.
- Não há cerimónias quando a resposta a um pedido de bolsa demora em média 4 meses.
- Não há cerimónias quando, numa das maiores crises sociais de todos os tempos, o Governo decide reduzir nas bolsas, atirando estudantes para fora do Ensino Superior.
- Não há cerimónias quando um ano lectivo começa sem os Serviços de Acção Social saberem os dados que necessitam para analisar os pedidos de bolsas, porque o Sr. Ministro ainda não fez aprovar o Despacho necessário.
- Não há cerimónias enquanto este "Ensino" só for público para quem tem 1000 euros para pagar as propinas.
- Nós, grupo de estudantes aqui em protesto, dizemos: Ensino Superior Público para todos e todas." (1)

É a isto que a responsabilidade dirigente no Ensino Superior tem levado, menos direitos, menos garantias e mais cortes, mas sempre com muita reunião, abaixo-assinados e petições pelo meio, há pelo menos sempre um protocolo a manter