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17 de setembro de 2010

Incompetência ao quadrado

Mariano Gago definiu dois meses de prazo máximo (regime transitório só para este ano) para atribuição de bolsas contando a partir do começo das candidaturas (começo do ano).
Como é um incompetente, e para disfarçar a borrada que fez, congela a entrega das candidaturas, compra tempo para meter ordem na casa e depois então lá abrirá as candidaturas.

Só para o Gago é que o ano começa a contar desde o dia em que ele consegue passar por cima da sua incompetência. Para todos os outros que precisam de bolsa, começaram com o início das aulas.

Já agora, diga lá Sr. Ministro. As pessoas que acabaram de entrar no Ensino Superior e precisam de bolsa imediatamente, como se inscrevem se não têm dinheiro para pagar as propinas? Lá se vai a hipótese de esperarem até terem o resultado da análise do seu pedido de bolsas, já que as candidaturas estão congeladas...

É tudo tão "inofensivo" e possível para todas as pessoas que, pelos vistos, basta quererem.

15 de setembro de 2010

Que Fique Bem Claro Que Já Basta


Que fique bem claro que o poder não é intocável.

Que fique bem claro que não aceitamos um Ensino Superior que nos últimos 10 anos afastou um terço dos estudantes mais pobres.

Que fique bem claro que não aceitamos que nos últimos 15 anos, as propinas aumentaram 400% em Portugal.

Que fique bem claro que não aceitamos um Ensino Superior, que se classifica de Público, mas é somente público para quem tenha 1000 euros para pagar as propinas.

Que fique bem claro que não aceitamos que Portugal esteja no pódio Europeu das propinas mais caras.

Que fique bem claro que não aceitamos um Ensino Superior que tenha um problema de democracia.

Que fique bem claro que não aceitamos que haja uma redução nas verbas destinadas à Acção Social.

Que fique bem claro que não aceitamos que a maioria dos 70 mil bolseiros em Portugal receba a bolsa mínima de 100 euros por mês.

Que fique bem claro que nem o Ministro Mariano Gago nem o Primeiro-Ministro José Sócrates nos irão travar.

Que fique bem claro que o que se passou no ISEP é uma pequena amostra dos tempos e das acções que se avizinham.

Que fique bem claro que só iremos cessar quando este Ministro cair.

Que fique bem claro que estes tipos de acção directa não podem cessar nem podem perder fôlego. tudo porque a luta traz nos dignidade. Nas escolas e nas faculdades a comunidade estudantil é que manda e o governo obedece.

Já Basta.


Postum Scriptum – Sr. Mariano Gago, quanto é que pagou de propinas?

14 de setembro de 2010

Graças a Deus existe a JS e a JSD

"Os elementos que se manifestaram apenas se representavam a si próprios e provavelmente a aparelhos partidários radicais que, de forma irresponsável, fomentam este tipo de conduta"


O estado em que o Ensino Superior está, não só, mas também tem muito que ver com a responsável política de gabinete, patrocinada pelas diversas federações e associações de associações de estudantes. Que na sua globalidade são dominadas pela JS ou pela JSD, ou em matrimónio em sede de Bloco Central.


" Não há cerimónias porque nos últimos dez anos, um terço dos estudantes mais pobres abandonou o Ensino Superior, sendo que esta realidade aumenta a cada ano que passa.
- Não há cerimónias porque nos últimos 15 anos, as propinas aumentaram 400% em Portugal.
- Não há cerimónias enquanto este for o terceiro país da Europa com a propina mais elevada.
- Não há cerimónias enquanto tivermos um problema de democracia no Ensino Superior.
- Não há cerimónias enquanto a redução e a falta de verbas destinadas à Acção Social continuarem a empurrar estudantes para fazer empréstimos.
- Não há cerimónias porque 11 mil estudantes devem 130 milhões de euros à banca, quando ainda não trabalham, e não têm nenhuma garantia em relação ao seu trabalho futuro.
- Não há cerimónias enquanto a maioria dos 70 mil bolseiros em Portugal receber de bolsa mínima apenas 100 euros por mês.
- Não há cerimónias quando a resposta a um pedido de bolsa demora em média 4 meses.
- Não há cerimónias quando, numa das maiores crises sociais de todos os tempos, o Governo decide reduzir nas bolsas, atirando estudantes para fora do Ensino Superior.
- Não há cerimónias quando um ano lectivo começa sem os Serviços de Acção Social saberem os dados que necessitam para analisar os pedidos de bolsas, porque o Sr. Ministro ainda não fez aprovar o Despacho necessário.
- Não há cerimónias enquanto este "Ensino" só for público para quem tem 1000 euros para pagar as propinas.
- Nós, grupo de estudantes aqui em protesto, dizemos: Ensino Superior Público para todos e todas." (1)

É a isto que a responsabilidade dirigente no Ensino Superior tem levado, menos direitos, menos garantias e mais cortes, mas sempre com muita reunião, abaixo-assinados e petições pelo meio, há pelo menos sempre um protocolo a manter

Não há cerimónias!


“Após entregar uma medalha de chouriço ao Ministro Mariano Gago, por ter alcançado o feito de nos meder no topo da Europa no que toca ao peso da educação nos orçamentos das famílias, leu-se o seguinte comunicado:
Nós, estudantes da Academia do Porto, em protesto nesta Cerimónia Oficial dizemos:
- Não há cerimónias porque nos últimos dez anos, um terço dos estudantes mais pobres abandonou o Ensino Superior, sendo que esta realidade aumenta a cada ano que passa.
- Não há cerimónias porque nos últimos 15 anos, as propinas aumentaram 400% em Portugal.
- Não há cerimónias enquanto este for o terceiro país da Europa com a propina mais elevada.
- Não há cerimónias enquanto tivermos um problema de democracia no Ensino Superior.
- Não há cerimónias enquanto a redução e a falta de verbas destinadas à Acção Social continuarem a empurrar estudantes para fazer empréstimos.
- Não há cerimónias porque 11 mil estudantes devem 130 milhões de euros à banca, quando ainda não trabalham, e não têm nenhuma garantia em relação ao seu trabalho futuro.
- Não há cerimónias enquanto a maioria dos 70 mil bolseiros em Portugal receber de bolsa mínima apenas 100 euros por mês.
- Não há cerimónias quando a resposta a um pedido de bolsa demora em média 4 meses.
- Não há cerimónias quando, numa das maiores crises sociais de todos os tempos, o Governo decide reduzir nas bolsas, atirando estudantes para fora do Ensino Superior.
- Não há cerimónias quando um ano lectivo começa sem os Serviços de Acção Social saberem os dados que necessitam para analisar os pedidos de bolsas, porque o Sr. Ministro ainda não fez aprovar o Despacho necessário.
- Não há cerimónias enquanto este “Ensino” só for público para quem tem 1000 euros para pagar as propinas.
- Nós, grupo de estudantes aqui em protesto, dizemos: Ensino Superior Público para todos e todas.
Basta de retórica.”
Grupo de Estudantes da Academia do Porto

Porque é que o DN é diferente dos outros jornais?

imagem via minoria relativa

Todas estas notícias, de diversos jornais, falam do protesto de estudantes que hoje ocorreu na abertura das aulas no Porto: