2 meninas e um menino, no metro:
Menina Uma - Tipo... A gente tem de se inscrever na 2a Fase com 48 horas de antecedência. Na boa. Só que o próf' ainda não tinha lançado a nota!
Menino - Tens de ir à Secretaria, né?
Menina Duas - Ou manda um mail ao próf'!
Menina Um - Não vale a pena... É aquele próf'... O "Coordenador" do Curso.
-
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5 de fevereiro de 2011
5 de janeiro de 2011
Ex-candidato Nobre vai para a Papua Nova Guiné
Fernando Nobre estará na Papua Nova Guiné no dia 24 de Janeiro, anunciou na Grande Entrevista com Judite de Sousa. O que é normal e expectável do homem que diz que traz responsabilidade à política mas fá-lo insistindo no papão que os agentes políticos são (incluindo os partidos que apoiou).
Na entrevista que passou na RTP1 Fernando Nobre, "o Independente", incorreu num argumento fácil, populista e desresponsabilizador (que, diga-se, teve a confirmação da entrevistadora). Disse que "os candidatos apoiados por partidos recebem o que os partidos lhes quiserem dar" e que estes "recebem das empresas", justificando assim que a sua casa no Estoril "ainda não está hipotecada" (digo Estoril, mas pode falhar-me a memória). Nem os partidos podem dar "o dinheiro que quiserem dar" às candidaturas presidenciais nem as empresas (que têm um limite razoável para donativos).
A verdade é que Fernando Nobre já desistiu da candidatura. Além de assumir ter pensado desistir e de ter dito que dia 24 estará na Papua Nova Guiné, o ex-candidato insiste na teoria de que agir politicamente aos 59 anos é muito mais nobre que agir desde cedo seja em que movimento fôr. A ideia do "nunca andei em nenhum partido, nem exerci funções públicas, nem fui deputado" é estapafúrdia para quem quer criar "esperança". A não ser que prefira uma "esperança" não democrática, nem representativa.
Enviada do dispositivo sem fios.
Na entrevista que passou na RTP1 Fernando Nobre, "o Independente", incorreu num argumento fácil, populista e desresponsabilizador (que, diga-se, teve a confirmação da entrevistadora). Disse que "os candidatos apoiados por partidos recebem o que os partidos lhes quiserem dar" e que estes "recebem das empresas", justificando assim que a sua casa no Estoril "ainda não está hipotecada" (digo Estoril, mas pode falhar-me a memória). Nem os partidos podem dar "o dinheiro que quiserem dar" às candidaturas presidenciais nem as empresas (que têm um limite razoável para donativos).
A verdade é que Fernando Nobre já desistiu da candidatura. Além de assumir ter pensado desistir e de ter dito que dia 24 estará na Papua Nova Guiné, o ex-candidato insiste na teoria de que agir politicamente aos 59 anos é muito mais nobre que agir desde cedo seja em que movimento fôr. A ideia do "nunca andei em nenhum partido, nem exerci funções públicas, nem fui deputado" é estapafúrdia para quem quer criar "esperança". A não ser que prefira uma "esperança" não democrática, nem representativa.
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27 de dezembro de 2010
Nobre nasceu numa extensão de Portugal
Agora começo a perceber a ideia patriota de Fernando Nobre e, principalmente, a diferença da Pátria do Nobre com a Pátria do Alegre.
Há uns tempos alertaram-me para um artigo num jornal que falava de uma tal "Província Ultramarina Portuguesa" - ou seja, referia-se a territórios outrora ocupados e colonizados, como uma extensão deste país, como um distrito que fica a um mar de distância. Assim fez o Nobre agora. Diz que nasceu numa província ultramarina. Não sei qual, não sei quando, nem me interessa. Mas fiquei com muita curiosidade em saber onde estava ele "antes disto mudar". E em saber que opções tomaria quando decidimos a "descolonização" - ou talvez a "desvinculação administrativa dos territórios ultramarinos", não?
Este senhor distantíssimo dos "políticos profissionais" mas que apoiou vários deles (alguns muito profissionais como o Durão Barroso e que ajudou a provocar algumas crises sociais onde graça a desgraça e que a AMI bem conhece) continua com um discurso incompreensível e com umas passagens do mais conservador que por aí se ouve.
Última nota: Fernando, não olhes para a câmara como o Aníbal, faz confusão - a gente quer ouvir-te mas não quer ter a sensação de que estás à mesma mesa que nós.
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Há uns tempos alertaram-me para um artigo num jornal que falava de uma tal "Província Ultramarina Portuguesa" - ou seja, referia-se a territórios outrora ocupados e colonizados, como uma extensão deste país, como um distrito que fica a um mar de distância. Assim fez o Nobre agora. Diz que nasceu numa província ultramarina. Não sei qual, não sei quando, nem me interessa. Mas fiquei com muita curiosidade em saber onde estava ele "antes disto mudar". E em saber que opções tomaria quando decidimos a "descolonização" - ou talvez a "desvinculação administrativa dos territórios ultramarinos", não?
Este senhor distantíssimo dos "políticos profissionais" mas que apoiou vários deles (alguns muito profissionais como o Durão Barroso e que ajudou a provocar algumas crises sociais onde graça a desgraça e que a AMI bem conhece) continua com um discurso incompreensível e com umas passagens do mais conservador que por aí se ouve.
Última nota: Fernando, não olhes para a câmara como o Aníbal, faz confusão - a gente quer ouvir-te mas não quer ter a sensação de que estás à mesma mesa que nós.
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9 de dezembro de 2010
A quadratura ainda dura!
Mais de 20 minutos a discutir a balela da excepção nos Açores. Pacheco Pereira, Lobo Xavier e António Costa fazem com que a conversa se estique ao máximo como se não estivesse a acontecer mais nada no país. Como se o governo não se preparasse para facilitar os despedimentos ou para recuar no aumento do salário mínimo! São 23:31 e o tema ainda é o mesmo. Lobo Xavier chega a um cúmulo quase xenófobo como se os Açores não fossem Portugal - diz que nós pagamos os Açores e "eles" não têm "solidariedade" para com "a gente".
O problema aqui são os cortes no país todo. Como o próprio António Costa admitiu, a maior parte da Administração Pública recebe muito mal. Foi ele que o disse.
Abaixo a quadratura! Como esta ideia de fazer opinião, não para um público massificado, mas para quem escreve, escreverá e comentará estes assuntos.
Este programa segue a regra que o Pacheco Pereira bem conhece dos seus profundos estudos comunistas - serve para "dar a linha", para explicar quais são as perguntas que temos autorização de fazer.
Obrigado aos quatro quadraturicultores do círculo e espero que na próxima semana, a esta hora, não vos ouça. Não são novidade absolutamente nenhuma. São a cassete que acusam outrxs de serem.
Seca. Metam-lhes o Triângulo (das avarias)!
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O problema aqui são os cortes no país todo. Como o próprio António Costa admitiu, a maior parte da Administração Pública recebe muito mal. Foi ele que o disse.
Abaixo a quadratura! Como esta ideia de fazer opinião, não para um público massificado, mas para quem escreve, escreverá e comentará estes assuntos.
Este programa segue a regra que o Pacheco Pereira bem conhece dos seus profundos estudos comunistas - serve para "dar a linha", para explicar quais são as perguntas que temos autorização de fazer.
Obrigado aos quatro quadraturicultores do círculo e espero que na próxima semana, a esta hora, não vos ouça. Não são novidade absolutamente nenhuma. São a cassete que acusam outrxs de serem.
Seca. Metam-lhes o Triângulo (das avarias)!
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6 de dezembro de 2010
O Fascismo é uma Minhoca, não é?
"A Associação Ajuda de Berço , fundada em Lisboa a 12 de Março de 1998, no 5.º Cartório Notarial de Lisboa, por um grupo de amigos, tem como Missão testemunhar o respeito pela Vida Humana (...)"Não acho que devamos fazer propaganda ou menos ainda alinhar nas actividades desta Associação. Ainda que possa existir na Ajuda de Berço gente com boa-vontade, esta associação segue propósitos muito concretos. Foi criada para dar continuidade à campanha que as pessoas que defendem a criminalização do Aborto venceram em 98.
Qualquer crescimento ou apoio dado a esta gente é contrário à emancipação das pessoas e à liberdade das mulheres. Espero que a Ajuda de Berço e a sua direcção tenham todo o insucesso real possível e que guardem eventuais vitórias politicas para quando chegarem ao céu.
A Ajuda de Berço, com a tentativa de parecer feminista, com senhoras mui bem falantes (e endinheiradas) que defendem a liberdade das mulheres ricas abortarem em Espanha ou outro país, e acham que as portuguesas mais pobres devem ser detidas, é dos grupos mais reaccionários e fascizantes que existem por aqui.
O aborto não é crime. Nem será. E o fascismo não passará!
(a propósito de ter recebido um convite para uma Festa de angariação de dinheiro para esta malta)
25 de novembro de 2010
PSP reprime artistas em plena Greve Geral
No dia 24 de Novembro, a PSP reprimiu violentamente (com empurrões e bastonadas) o piquete de Greve de trabalhadores do espectáculo. Pior, recusaram-se a apresentar a sua identificação. Fascismo.
20 de novembro de 2010
42 presos por existirem!
Quarenta detidos/as numa acção absolutamente pacífica no Cabo Ruivo, Lisboa.
Além das duzentas pessoas impedidas de entrar em Portugal por transportarem propaganda e T-Shirts Anti-NATO, quarenta pessoas foram já detidas em Lisboa!
Fascismo em plena cimeira. Quem diria?
Além das duzentas pessoas impedidas de entrar em Portugal por transportarem propaganda e T-Shirts Anti-NATO, quarenta pessoas foram já detidas em Lisboa!
Fascismo em plena cimeira. Quem diria?
18 de novembro de 2010
Fascismo.
Já viram isto?
Impressionante! É proibido entrar em Portugal com folhetos políticos!
Mais de 82 mil pessoas foram sujeitas ao controlo das autoridades nas fronteiras terrestres (Foto: Paulo Pimenta)
Impressionante! É proibido entrar em Portugal com folhetos políticos!
Quarenta activistas barrados na fronteira de Vilar Formoso
Quarenta activistas foram impedidos de entrar em Portugal na fronteira de Vilar Formoso. Trinta e cinco, na sua maioria de nacionalidade finlandesa, foram interceptados num autocarro, com destino a Lisboa, na posse de “material com mensagens anti-NATO”. Cinco outros, cidadãos franceses, tentaram também entrar mas foram barrados pelas autoridades portuguesas.
1 de novembro de 2010
15 de outubro de 2010
Entende-te no Intendente!
Mais vigilancia!
Esta programada, prevista e orcamentada uma entrada maritima Rua Augusta acima, para vigiar o Intendente com o segundo submarino. Aquele que custou mais que custaria a reabilitacao de todo o Intendente.
Mas como o submarino sera insuficiente para os larapios da Almirante Reis, estao a ser desenvolvidos uns robots-camara-de-vigilancia que filmam e agem em conformidade. Por exemplo, quando o robot-camara detectar algum delinquente a meter-se com uma "mulher da vida", prontamente o obriga a colocar o preservativo e a pagar o parquimetro de onde o carro serve de quarto de hotel.
Se os robots-camara nao chegarem, nao ha problema. Vem ai uma Super-Esquadra com Super Agente Super Bem Formados para Super-Prender quem Super-merecer.
E ha mais! O Sr Presidente da Camara tambem vai para o Intendente tomar conta daquele pedaco de Lisboa. Eu acho bem. Estou mortinho por ve-lo a admoestar quem pisar os jardins, quem assustar o pavoes, quem sujar a agua dos belos fontanarios. O Sr Presidente sera eximio a proteger um local inospito, um espaco abandonado e destruido, esquecido e abusado.
Assim que esta gente toda (Portas, Submarino, Antonio Costa, Robots-Camara, Super-Policias, e todos os outros) chegarem ao Martim Moniz, ja o Intendente esta morto, enterrado e pronto para Condominios Privados (que, como toda a gente sabe, sao o futuro).
Mais vigilancia? Paulo Portas, mais vigilancia ainda? Impossivel. Nunca tiro o olho de ti!
--
O Papa (móvel) Sou Eu
opapasoueu@gmail.com
Esta programada, prevista e orcamentada uma entrada maritima Rua Augusta acima, para vigiar o Intendente com o segundo submarino. Aquele que custou mais que custaria a reabilitacao de todo o Intendente.
Mas como o submarino sera insuficiente para os larapios da Almirante Reis, estao a ser desenvolvidos uns robots-camara-de-vigilancia que filmam e agem em conformidade. Por exemplo, quando o robot-camara detectar algum delinquente a meter-se com uma "mulher da vida", prontamente o obriga a colocar o preservativo e a pagar o parquimetro de onde o carro serve de quarto de hotel.
Se os robots-camara nao chegarem, nao ha problema. Vem ai uma Super-Esquadra com Super Agente Super Bem Formados para Super-Prender quem Super-merecer.
E ha mais! O Sr Presidente da Camara tambem vai para o Intendente tomar conta daquele pedaco de Lisboa. Eu acho bem. Estou mortinho por ve-lo a admoestar quem pisar os jardins, quem assustar o pavoes, quem sujar a agua dos belos fontanarios. O Sr Presidente sera eximio a proteger um local inospito, um espaco abandonado e destruido, esquecido e abusado.
Assim que esta gente toda (Portas, Submarino, Antonio Costa, Robots-Camara, Super-Policias, e todos os outros) chegarem ao Martim Moniz, ja o Intendente esta morto, enterrado e pronto para Condominios Privados (que, como toda a gente sabe, sao o futuro).
Mais vigilancia? Paulo Portas, mais vigilancia ainda? Impossivel. Nunca tiro o olho de ti!
--
O Papa (móvel) Sou Eu
opapasoueu@gmail.com
7 de outubro de 2010
Quantos mais... Mais!
Absolutamente essencial? Indispensavel? Avioes em 2a mao por 1,5 mil milhoes de euros e sao indispensaveis para a "independencia nacional"?
Mas esta em risco a independencia nacional desde quando? Esta alguma coisa em risco? Temos de nos preocupar? Fazer alguma coisa?
Sr. Ministro, se a patria periga, eu alisto-me ja, consigo!
Ou o sr. ministro sabe que nada periga e esta a gozar com a gente? Seja no conteudo das suas palavras, seja no conteudo da nossa carteira, grande descaramento tem o sr ministro!
E ainda vem a PSP contar que vai cortar nas despesas - menos lavagens aos carros e televisoes desligadas mais horas.
Haja decencia intelectual.
Basta de srs ministros e sras ministras que dia-sim dia-sim nos enganam e nos roubam. Gastar dinheiro numa suposta seguranca com uma alegada falta dela, e roubo! Tal como gastar dinheiro nosso, numa suposta crise dos ricos.
Com calma, muita calma e respiracao profunda, conseguiremos dizer a esta gente que queremos um pais seguro, com base na confianca, nao no armamento. E dizer-lhes que, quanto melhor as pessoas viverem, mas seguras sao as ruas.
Nao precisamos de cortes em prestacoes sociais, como nao precisamos de despesa extra no armamento.
Ja agora, que a Greve Geral de 24 de Novembro sirva tambem para alertar para estes despesismos (alias, negociatas!).
--
O Papa (móvel) Sou Eu
opapasoueu@gmail.com
Mas esta em risco a independencia nacional desde quando? Esta alguma coisa em risco? Temos de nos preocupar? Fazer alguma coisa?
Sr. Ministro, se a patria periga, eu alisto-me ja, consigo!
Ou o sr. ministro sabe que nada periga e esta a gozar com a gente? Seja no conteudo das suas palavras, seja no conteudo da nossa carteira, grande descaramento tem o sr ministro!
E ainda vem a PSP contar que vai cortar nas despesas - menos lavagens aos carros e televisoes desligadas mais horas.
Haja decencia intelectual.
Basta de srs ministros e sras ministras que dia-sim dia-sim nos enganam e nos roubam. Gastar dinheiro numa suposta seguranca com uma alegada falta dela, e roubo! Tal como gastar dinheiro nosso, numa suposta crise dos ricos.
Com calma, muita calma e respiracao profunda, conseguiremos dizer a esta gente que queremos um pais seguro, com base na confianca, nao no armamento. E dizer-lhes que, quanto melhor as pessoas viverem, mas seguras sao as ruas.
Nao precisamos de cortes em prestacoes sociais, como nao precisamos de despesa extra no armamento.
Ja agora, que a Greve Geral de 24 de Novembro sirva tambem para alertar para estes despesismos (alias, negociatas!).
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O Papa (móvel) Sou Eu
opapasoueu@gmail.com
29 de setembro de 2010
Vasco nem-de-Graca Moura
Li o Vasco no diario de noticias e nao percebi se ele queria concluir alguma coisa... Ou se tem alguma prosposta ou solucoes. Mas acho que nao tinha nenhum desses nobres objectivos ao escrever esta aberracao.
Chama estupidos aos eleitores portugueses, como chama tudo a todos. Parece chateado. E velho. Alias, parece um velho chateado (sera que e do restelo?).
Vasco Graca Moura faz critica vazia, sem conteudo. Fala da esquerda branquear o terrorismo! Branquear o terrorismo? Qual? A invasao do iraque? Ou do afeganistao?
Fala da nao-obrigacao de ir a tropa... Va ele!
Vasco, voluntaria-te! Vai defender as tuas "ideias" no terreno de guerra que quiseres!
--
O Papa (móvel) Sou Eu
opapasoueu@gmail.com
Chama estupidos aos eleitores portugueses, como chama tudo a todos. Parece chateado. E velho. Alias, parece um velho chateado (sera que e do restelo?).
Vasco Graca Moura faz critica vazia, sem conteudo. Fala da esquerda branquear o terrorismo! Branquear o terrorismo? Qual? A invasao do iraque? Ou do afeganistao?
Fala da nao-obrigacao de ir a tropa... Va ele!
Vasco, voluntaria-te! Vai defender as tuas "ideias" no terreno de guerra que quiseres!
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O Papa (móvel) Sou Eu
opapasoueu@gmail.com
25 de setembro de 2010
Em directo
O miradouro de sao pedro de alcantara esta um alvoroco. Fala-se de assaltos, violencia e abusos por um grupo de 3 pessoas. Mas neste momento o caos e geral. As pessoas estao tranquilas, a beber o seu copo e a fazer o seu caminho. Mas ja passaram mais de uma dezena de carros da psp, estando 4 estacionados. Mais a policia municipal. Mais uma carrinha da policia de intervencao. O carros e autocarros quase nao circulam. Sirenes constantes de policia acima e abaixo. Eu vou embora. Ja.
23 de setembro de 2010
Favas contadas
O pedro, estudante, prometeu ao seu pai que caso nao fizesse as cadeiras todas, lhe pagaria 'um semestre' (500 euros). A sonia fez uma aposta com a familia, sobre geografia, e perdeu 250 euros.
Sao estas as contas que Fatima Lopes paga todas as tardes na televisao.
Para verem as suas contas pagas, alem de terem de expor a sua financa na tv, as pessoas sao sujeitas a uma tombola. O problema e que a tombola nao serve para baralhar cupoes. Trata-se de uma caixa que roda com uma pessoa la dentro, aos trambolhoes...
A sonia conseguiu os 250 euros, o pedro tramou-se - rodou, rodou e nada.
Este programa e uma especie de tourada onde os donos do espaco emprestam os instrumentos de tortura, e ganham 'rodos' de dinheiro. Fazem-se fortunas a custa do sofrimento, da exposicao e do gozo a que as pessoas sao sujeitas.
Fatima Lopes, ate pode voltar a fazer programas a conversar com pessoas mais, ou menos, interessantes. Mas este programa deve acabar.
Sao estas as contas que Fatima Lopes paga todas as tardes na televisao.
Para verem as suas contas pagas, alem de terem de expor a sua financa na tv, as pessoas sao sujeitas a uma tombola. O problema e que a tombola nao serve para baralhar cupoes. Trata-se de uma caixa que roda com uma pessoa la dentro, aos trambolhoes...
A sonia conseguiu os 250 euros, o pedro tramou-se - rodou, rodou e nada.
Este programa e uma especie de tourada onde os donos do espaco emprestam os instrumentos de tortura, e ganham 'rodos' de dinheiro. Fazem-se fortunas a custa do sofrimento, da exposicao e do gozo a que as pessoas sao sujeitas.
Fatima Lopes, ate pode voltar a fazer programas a conversar com pessoas mais, ou menos, interessantes. Mas este programa deve acabar.
26 de junho de 2010
No fim do jogo, mais violência
de contraaviolenciapolicial.blogspot.com
Mais um "arrastão" na ressaca da resposta que o senhor ministro da ademenisteração interna deu à deputada Helena Pinto.
Vamos ao caso. Acaba o jogo entre Portugal e o Brasil e os adeptos no Parque das Nações são surpreendidos por uma confusão que começa, alega o intendente Azevedo Ramos, da PSP, quando alguns adeptos que assistiam ao jogo no Parque das Nações e "praticaram actos de vandalismo" em alguns automóveis ali estacionados. Ora, não há nem queixas nem imagens de carros vandalizados. Não há imagens de confusão nenhuma, a não ser de polícias a apontarem armas a pessoas que se afastam, assustadas.
A polícia mandou fechar e evacuar os bares da área (falta saber o prejuízo) sem conseguir comprovar nenhuma ameaça substancial.
A impunidade sobre o abuso de violência da PSP está a dar nestes aparatos de balas de borracha e de confusão sem razão.
Os jornalistas perguntaram - e nós continuamos a esperar pela resposta - o que aconteceu no Parque das Nações? Onde estão os vândalos? Se existiram, como não foram detidos no meio de tantos agentes?
Há questões que não podem esperar eternamente pelas respostas. As forças policiais têm de ter ordens claras que definam a sua forma e o seu campo de acção.
As acusações de xenofobia por parte das/os adeptas/os que estavam no recinto montado para ver o jogo são a resposta natural de pessoas violentadas sem razão.
Vejam aqui os vídeos da SIC.
Mais um "arrastão" na ressaca da resposta que o senhor ministro da ademenisteração interna deu à deputada Helena Pinto.
Vamos ao caso. Acaba o jogo entre Portugal e o Brasil e os adeptos no Parque das Nações são surpreendidos por uma confusão que começa, alega o intendente Azevedo Ramos, da PSP, quando alguns adeptos que assistiam ao jogo no Parque das Nações e "praticaram actos de vandalismo" em alguns automóveis ali estacionados. Ora, não há nem queixas nem imagens de carros vandalizados. Não há imagens de confusão nenhuma, a não ser de polícias a apontarem armas a pessoas que se afastam, assustadas.
A polícia mandou fechar e evacuar os bares da área (falta saber o prejuízo) sem conseguir comprovar nenhuma ameaça substancial.
A impunidade sobre o abuso de violência da PSP está a dar nestes aparatos de balas de borracha e de confusão sem razão.
Os jornalistas perguntaram - e nós continuamos a esperar pela resposta - o que aconteceu no Parque das Nações? Onde estão os vândalos? Se existiram, como não foram detidos no meio de tantos agentes?
Há questões que não podem esperar eternamente pelas respostas. As forças policiais têm de ter ordens claras que definam a sua forma e o seu campo de acção.
As acusações de xenofobia por parte das/os adeptas/os que estavam no recinto montado para ver o jogo são a resposta natural de pessoas violentadas sem razão.
Vejam aqui os vídeos da SIC.
21 de junho de 2010
cantor maldito
Doido doido, fico doido com o Cantor Maldito! A crítica é deliciosa; os lugares foram poucos, não fui a tempo de ter entrada na Carta Branca do CCB este ano e a música é de génio.
Nascido em viagem, no meio do mar, Fausto Bordalo Dias, veio e não vai embora. Ouçam e reproduzam Fausto.
Nascido em viagem, no meio do mar, Fausto Bordalo Dias, veio e não vai embora. Ouçam e reproduzam Fausto.
1 de junho de 2010
Um dos agressores (PSP)
do caso de 29 de Maio, no Bairro Alto. Ver http://www.youtube.com/watch?v=TaFr2SaWswY
___
Publicado em http://contraaviolenciapolicial.blogspot.com/
28 de maio de 2010
Salazar entornado a €300 !
![]() |
| 300 Euros, Grande Piela! |
Chamam-lhe o Obreiro da Pátria, o que quer que isso seja... Relembram os grandes feitos da Polícia Internacional e de Defesa do Estado, da necessidade imperiosa da Mocidade Portuguesa se alinhar e, claro, Deus, Pátria e Família deveriam estar impressos na Bandeira e no tecto da Assembleia Nacional.
O que mais salta à vista, nem é quererem que a Ponte 25 de Abril volte ao nome antigo, é a Loja Virtual. Num instante podemos ter a nossa casa toda decorada com imagens do Obreiro (aquele que obra). Tapetes de Rato com a cara do cagão, e melhor garrafinhas de vinho de colheita feita nos terrenos onde Ele já mijou de certeza. São só 300 euros, dá para apanhar uma grande piela e começar à gargalhada que no tempo da outra Senhora é que era!
Enjoy!
8 de abril de 2010
Gente a mais, não?
No Público de hoje (ainda não disponível na web), Helena Matos enumera uma série de maleitas que, qual fatalidade, são exclusivamente portuguesas. Padecemos e padeceremos. Sobre o dia das mentiras, diz que "O Parlamento faz de tribunal. Os juízes processam que faz declarações que consideram ofensivas no Parlamento-tribunal (...)"; "Os funcionários públicos, consoante a idade, ora fazem de conta que vivem na Suécia dos anos 70 do século passado e reivindicam direitos adquiridos e por adquirir ora levam os dias a fazer cálculos para a salvífica reforma que lhes permita deixarem de ser funcionários."
Helena Matos, que, pelo que me lembro, recusa extremismos e apela à moderação, ao bom-senso, espalha-se ao comprido na ressaca do dia das mentiras. Caracteriza o país de extremo a extremo, sem dar espaço à existência de gente muito dedicada no Parlamento, como nos Tribunais. Na Função Pública, nos Sindicatos e nas Empresas. Na Polícia e em todo o lado. Invoca um país mesquinho e trapaceiro que mais não é que a sua própria criação. Por onde eu ando há muita injustiça, como em todo o país e muita coisa para alterar, mas há muita gente boa que, felizmente passa ao lado desta arrogância de superioridade.
Ler este texto é compreender que só ali com a Ensaísta estamos a salvo de nos tornarmos qualquer uma daquelas espécies que deixam o "país cansado".
A "este frenesi esquizofrénico" descrito por ela falta uma peça - a própria.
"O País está cansado", é certo - deste discurso fatalista e pretensioso que pretende inferiorizar as pessoas que cá vivem e a quem lhes custa na pele (ou no estômago) as consequências do miserabilismo.
![]() |
| por fleps |
Ler este texto é compreender que só ali com a Ensaísta estamos a salvo de nos tornarmos qualquer uma daquelas espécies que deixam o "país cansado".
A "este frenesi esquizofrénico" descrito por ela falta uma peça - a própria.
"O País está cansado", é certo - deste discurso fatalista e pretensioso que pretende inferiorizar as pessoas que cá vivem e a quem lhes custa na pele (ou no estômago) as consequências do miserabilismo.
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