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9 de setembro de 2010

O meu elogio ao CDS/PP - JP

Por mais que me custe, vou ter que elogiar uma iniciativa do CDS/PP e da Juventude Popular, mais concretamente a Concentração/Acampamento Ambiente e Natureza. É que tanta criatividade e originalidade é mesmo difícil de encontrar entre as demais iniciativas e actividades partidárias, qual Chão da Lagoa, Festa do Avante, Socialismo 2010, Pontal, Universidade de Verão ou Matosinhos ...

Em Abrantes é que vai ser, por apenas 20€, pode-se participar em actividades como: Taça JP e CDS - PP de poker e sueca; Torneio de pólo aquático entre jotas e menos jotas; Concurso para agarrar uma ovelha; Construção com fardos de palha; Baptismo de praxe dos novos militantes da JP de Abrantes; entre outros...

Como é óbvio, todas as actividades dão direito a prémio, como não poderia deixar de ser, o mérito de se conseguir agarrar uma ovelha ou de se fazer a melhor construção com fardos de palha tem que ser premiada.

2 de julho de 2010

Quem gozou foram todos menos eu!

Seja em relação à crise económica, crise política, crise desportiva a resposta dos nossos dirigentes é sempre a mesma: O filho não é meu!

Ninguém é o pai do défice, ninguém é o culpado da destruição de todo o tecido produtivo nacional...
Como tal, o cantor popular José Malhoa fez um hino à altura do Portugal de hoje.

Com vocês o melhor da música popular portuguesa:

31 de maio de 2010

Os ortodoxos

Há uns dias atrás, Milton Friedman dizia-nos que países como Portugal,Espanha e Grécia deveriam de desvalorizar os seus salários em 30%, a fim de poderem ter competitividade dentro da Zona Euro, uma vez que não podem desvalorizar a sua moeda.

Se isto já pôs muito boa gente a esfregar as mãos, imagine-se o que acontecerá quando isto, começar a criar notícia na imprensa:

A Crueldade do Salário Mínimo: Como uma lei pode destruir uma indústria e atirar milhares de pessoas para o desemprego.

Como é fácil ser liberal. Para qualquer problema existe sempre uma lei ou um pedaço de Estado a mais, seja para a falta de "competitividade", de "criação de emprego", "de empreendedorismo"... enfim os chavões e a ortodoxia do costume, de quem com os seus óculos de fundo de garrafa não consegue tirar os olhos do catecismo.

Outra coisa a ter em conta, é este belo comunicado:

A Juventude Popular relembra em declarações à Lusa que o Salário Mínimo (SM) não é "mais do que o estabelecimento de um preço mínimo naquele que deveria ser o normal funcionamento do mercado de trabalho. Este preço mínimo tem dois efeitos muito claros no mercado de trabalho: impedir de trabalhar quem estiver disponível para trabalhar por valor inferior a esse preço; por outro lado impede de operar todas as empresas e serviços que não tenham a capacidade de remunerarem aquele montante."